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Mulheres com uma máscara no metrô da Cidade do México.

Os Estados Unidos continuam sendo o foco vermelho da covid-19 e, desde quarta-feira, já superaram 825.306 infecções, segundo dados da Universidade Johns Hopkins, com 45.075 mortes, a maior taxa de mortalidade do mundo até agora. O Estado de Nova York prorrogou o confinamento até 15 de maio. O epicentro latino-americano está no Brasil, que já tem mais de 2.769 mortes. O México, onde o número de infecções aumentou para 9.501 e o número de mortes para 857, entrou na fase mais crítica da epidemia. O governo anunciou nesta quarta-feira que reduzirá os gastos públicos e os salários mais altos para lidar com a crise. O Equador já possui 10.398 diagnósticos positivos e reconhece 520 mortes, mas esse número sobe para mais de 1.400 se os pacientes que morreram de covid-19 forem adicionados como causa provável. O ministro da Energia do país está considerando retirar os subsídios estatais aos combustíveis diante do colapso do petróleo americano, que na segunda-feira foi negativo pela primeira vez em sua história. Na Argentina, onde há 3.144 infectados e 151 mortos, as vendas da empresa caíram mais de 64% devido à quarentena.

  • O mundo excede 178.845 mortos pelo vírus, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.
  • O Peru acumula 17.837 infecções e 484 mortes.
  • A Colômbia ultrapassa 4.100 casos positivos e 196 mortes.

No Chile, 147 pessoas morreram e há 10.832 casos confirmados.

 

Fonte El Pais